Sinopse não disponível.
David A. Lloyd
Meredith / Rosie
Jackie Coulter
Larry Kline
Clifford Webber / Decomposing Theodore Brick
Michelle King
Ted Finer
Sara Coulter
Local Yokel
Inglaterra, 1645. A cruel guerra civil entre monarquistas e parlamentares que está devastando o país causa uma era de caos e arbitrariedade legal que permite que homens inescrupulosos lucrem explorando as superstições absurdas dos camponeses, como Matthew Hopkins, um monstro disfarçado de homem que vaga de cidade em cidade oferecendo seus serviços como caçador de bruxas.
A chegada de um misterioso estranho em uma aldeia tranquila coincide com uma onda de assassinatos cruéis, causando pânico e desconfiança entre os moradores. Quando a filha do oficial de investigação Jong-Goo cai sob a mesma magia selvagem, ele chama um xamã para ajudar a encontrar o culpado.
30 anos depois de profanar a tumba de Ananka e enfrentar seu guardião, a múmia Kharis (Lon Chaney Jr.), Steve Banning está velho e constitui família. Mas Kharis e seu Sacerdote não morreram e prometem vingança a toda linhagem dos Banning. Sendo assim, vão para os Estados Unidos trazer terror aos familiares dos arqueólogos que ficaram famosos e ricos há mais de 30 anos com a profanação da tumba sagrada da princesa Ananka. Sequência de "A Múmia" (1932) e "A Mão da Múmia" (1940).
Supremo Sacerdote Yousef Bey (John Carradine) é enviado aos Estados Unidos para resgatar a múmia de Kharis (Lon Chaney Jr.) e da princesa Ananka e trazê-las de volta ao Egito. Ao realizar um ritual no Museu onde se encontra a múmia da princesa Ananka, ela some no ar como se fosse uma alma e reencarna no corpo de Amina (Ramsay Ames), uma egípcia que vive na América e têm a mesma aparência da falecida princesa. Agora Kharis deve sequestrar Amina e levá-la até o Supremo Sacerdote, para juntos voltarem para o Egito e obterem o descanso eterno em sua tumba.
Tudo vai bem na vida de Paul Lavond, um respeitável banqueiro. Mas, acusado de ter matado um vigia noturno é condenado e vai parar na Ilha do Diabo, onde encontra o cientista Marcel, que está criando uma fórmula que reduz as pessoas a um sexto do seu tamanho original, e cuja finalidade é a economia dos recursos da terra, como água e comida. Após alguns anos, Paul foge da ilha, e leva consigo a fórmula, tentando se vingar daqueles que lhe prenderam.
A experiência do Barão Frankenstein deu errado, muito errado. Assim, outra vítima repousa em um túmulo provisório. De repente, uma corrente de água estoura, forçando o braço do cadáver para a superfície. Logo a corrente leva o corpo para cima. Em pânico, o ajudante do Dr. Frankenstein tenta esconder o corpo novamente. mas não é que cadáveres podem mesmo ser incontroláveis? Essa cena assustadora é destaque em Frankenstein Tem que Ser Destruído, quinto filme de Frankenstein da estrela do terror Peter Cushing, produzido pela lendária Hammer Studios. Com o então estreante Simon Ward (Young Winston) e Freddie Jones (The Elephant Man), como a mais nova criação do inventivo e mais célebre cientista do cinema.
Enquanto aguarda execução por assassinato, o Barão Victor Frankenstein conta a história de uma criatura que ele construiu e deu vida, mas ela não se comportou como ele pretendia.