Sinopse não disponível.
Dave Clement
Narrator
Self
O ARTISTA E A FORÇA DO PENSAMENTO, reflete a relação entre equilíbrio e desequilíbrio dentro da parcialidade de movimento do dançarino Marcos Abranches. Ele oscila o corpo para despertar do vazio e isolamento causado pelo desequilíbrio. A falta de estética do movimento é sentida pelo abandono e pela rejeição, entendendo que o alívio está no amparo do amor. Investigando movimento do corpo um mundo sem angústia, sem dores, sem desespero. Busca a vida. Encontra na dança o equilíbrio do corpo e o belo da alma.
Indios mais velhos do Parque Nacional do Xingú (Yawalapiti e Kamayurá) mostram aos mais novos a forma tradicional de se construir uma canoa da casca de um Jatobá, enquanto Marcos Terena comenta os impasses da integração do índio à sociedade brasileira.
Explorando as possibilidades semânticas do verbo inglês "shoot" (que significa tanto "filmar" quanto "atirar"), este filme aborda os limites entre a performance e a fotografia, através da construção da imagem de si próprio. Fazem parte do projeto os artistas Tania Bruguera (Cuba), Gary Hill (Estados Unidos), Esther Ferrer (Espanha), Calvacreation (França), Cripta Djan (Brasil), Rebecca Horn (Alemanha), Pipilotti Rist (Suíça), Paula Garcia (Brasil) e Ghazel (Irã).
Filmado em 24 países, O filme mostra várias paisagens, igrejas, ruínas, cerimônias religiosas e cidades, numa busca para que cada quadro consiga capturar a grande pulsação da humanidade nas atividades diárias. O filme ficou pronto depois de 11 anos. Baraka é uma palavra Sufi que significa 'O fôlego da vida'.