Sinopse não disponível.
R.S. Veira
Carter
Amber Leigh
Mitch
Taylor
Jerry
Young Man
Young Woman
Carter's Mom (Voice)
Uma jovem jornalista recebe um belo presente de Natal ao ser enviada para cobrir a história de um príncipe prestes a se tornar Rei.
O roteirista Dalton Trumbo tem uma história singular em Hollywood: apesar de ter escrito algumas das histórias de maior sucesso da época, como A Princesa e o Plebeu (1953), ele se recusou a cooperar com o Comitê de Atividades Antiamericanas do congresso e acabou preso e proibido de trabalhar. Mesmo quando saiu da prisão, Trumbo demorou anos para vencer o boicote do governo, sofrendo com uma série de problemas envolvendo familiares e amigos próximos.
Olly Pickering (Stuart Townsend) é um talentoso escritor que está à beira do fracasso total. Até que reencontra um velho amigo da faculdade que não via há 5 anos, que o convida a ser seu padrinho de casamento. Olly decide ir à festa de noivado, onde conhece a mulher dos seus sonhos. O problema é que ela é Sarah Marie Barker (Amy Smart), a noiva de seu amigo. Incentivado por Murray (Seth Green), seu companheiro de baladas, Olly decide lutar por Sarah e mostrar a ela o mulherengo que é seu noivo.
Anna Karenina (Vivien Leigh), uma jovem russa é requisitada por sua irmã, Dolly Oblonsky (Mary Kerridge), para ajudar na conciliação com seu marido, após uma briga entre os dois. Karenina embarca para Moscou a fim de consolar e ajudar a irmã. No trem ela conhece a Condessa Vronsky (Helen Haye), cuja chegada é aguardada por seu filho, Coronel Vronsky (Austin Trevor). Ao chegar na estação, Vronsky e Karenina se apaixonam no instante em que seus olhares cruzam. Eles continuam a se esbarrarem em festas e eventos sociais, até que o sentimento se torna incontrolável e eles decidem se encontrar a sós. No entanto, Karenina é uma mulher casada e eles precisam ter cautela para não serem descobertos.
A arte escandalosa ainda pode servir a Deus? O sofrimento precede toda grandeza? A doença pode ser uma bênção? Em 1950, a escritora Flannery O'Connor visita sua mãe Regina na Geórgia quando é diagnosticada com lúpus aos 24 anos de idade. Lutando contra a mesma doença que tirou a vida de seu pai quando ela era criança e desesperada para deixar sua marca como uma grande escritora, essa crise lança sua imaginação em uma exploração febril da crença.