Sinopse não disponível.
Goran Načinović
Narrator
Em novembro de 1924 um misterioso assassinato acontece no iate Oneida, do magnata das comunicações William Randolph Hearst (Edward Herrmann). Entre os convidados da excursão estão Charles Chaplin (Eddie Izzard); a starlet Marion Davies (Kirsten Dunst), amante de Hearst; o produtor de cinema todo-poderoso Thomas Ince (Cary Elwes); a temida colunista social Louella Parsons (Jennifer Tilly); e a romancista inglesa Elinor Glyn (Joanna Lumley). Noitadas de muito uísque e jazz alimentam intrigas, paixões e ciúmes. Hearst desconfia que sua amante o trai com Chaplin, que passa a ser alvo da vigilância de Ince. Até que um tiro é ouvido no iate.
Um pouco antes da Primeira Guerra Mundial John Reed (Warren Beatty), um jornalista americano, conhece Louise Bryant (Diane Keaton), uma mulher casada, que larga o marido para ficar com Reed e se torna uma importante feminista. Eles se envolvem em disputas políticas e trabalhistas nos Estados Unidos, e vão para a Rússia a tempo de participarem da Revolução de outubro de 1917, quando os comunistas assumiram o poder. Este acontecimento inspira o casal, que volta aos Estados Unidos esperando liderar uma revolução semelhante.
Na década de 1920, em Oklahoma, o povo da tribo Osage começa a ser assassinado após petróleo ser descoberto sob suas terras. O mistério começa a ser investigado por uma organização que ficaria conhecida como FBI.
Chiyo foi vendida a uma casa de gueixas quando ainda era menina, em 1929, onde é maltratada pelos donos e por Hatsumomo, uma gueixa que tem inveja de sua beleza. Acolhida por Mameha, a principal rival de Hatsumomo, Chiyo ao crescer se torna a gueixa Sayuri. Reconhecida, ela passa a desfrutar de uma sociedade repleta de riquezas e privilégios até que a 2ª Guerra Mundial modifica radicalmente sua realidade no Japão.
Na Marselha dos anos 20, um lutador de boxe vence uma luta que deveria perder de propósito. Para fugir dos gângsters que buscam vingança, resolve se alistar na Legião Estrangeira, onde enfrenta os horrores da batalha no inóspito deserto do Marrocos.
Rica inglesa de ideias liberais viaja para fora do país pela primeira vez indo à Índia encontrar seu noivo no final dos anos 1920 e sofre com o choque cultutal.
Em algum lugar da Austrália, no interior do início do século XX, um aborígene é acusado de assassinar uma mulher branca. Três homens brancos partem em uma missão para capturá-lo com a ajuda de um indígena experiente.
Um cinegrafista passeia com uma câmera pendurada no ombro, documentando a vida urbana com uma inventividade deslumbrante.
No início de janeiro de 1923, na Flórida, a comunidade negra de Rosewood é atacada, queimada e tem parte da população morta por brancos de uma cidade vizinha em um espaço de quatro dias. Tudo isto pelas falsa alegações de uma mulher branca, que foi espancada pelo amante também branco mas teve medo de contar ao marido e achou mais "conveniente" dizer que tinha sido atacada por um negro. O xerife tem dúvidas quando a veracidade dos fatos, mas é uma verdade que convêm, pois permite aos brancos darem vazão ao seu enorme preconceito. Mas um negro, que tinha chegado recentemente em Rosewood e pretendia se estabelecer por lá após ter lutado na Grande Guerra, decide combater os agressores e salvar quantos negros forem possíveis. Para isto pede auxílio ao único comerciante branco de Rosewood, que não sabe se fica com os brancos ou com a verdade.
Ela adquire a habilidade de realizar uma introspecção na alma das crianças. Isso a convence de romper com as expectativas religiosas e sociais da época, quebrar as regras e se transformar em uma contadora de histórias, uma das mulheres mais inovadoras do nosso tempo que seguiu seu coração.