Sinopse não disponível.
Thomas Baudry
Self
Firmemente ancorado na tendência de um certo cinema contemporâneo de explorar as fronteiras entre as construções documentais e ficcionais da cena, o filme permite dar um passo a mais nesse caminho por conta da ocupação do seu protagonista, que vive cotidianamente não apenas a arte de encenar, como a de ensinar a atuar. Essa construção em espelhos é que dá ao filme um caráter único e diferente nesse contexto de produção e investigação audiovisual, atingindo momentos profundamente comoventes numa carta de amor ao ofício do ator.
Paris, verão de 1960. O antropólogo e cineasta Jean Rouch e o sociólogo e crítico de cinema Edgar Morin andam pelas ruas lotadas perguntando aos transeuntes como eles lidam com os infortúnios da vida.