Sinopse não disponível.
O filme conta a história de Wanda, uma jovem desengonçada, sem mãe, rejeitada pelo pai e abandonada pelo namorado. Um dia, ela recebe uma carta e uma passagem aérea para visitar um senhor que teria informações importantes sobre seu pai. No entanto, durante a busca, ela cai em um buraco. O buraco é um caminho para uma civilização perdida, chamada Atlantis.
Descoberta a admiração secreta de sua esposa para o seu futuro genro – Laszlo -, Nino toma consciência da diminuição de sua libido, e resolve manipular a aproximação entre eles através de seu diário, que é lido às escondidas por sua esposa. Esta, sempre muito recatada, vai, aos poucos, cedendo aos seus desejos sexuais e deixando para trás seu comportamento contido, tanto nos encontros com Laszlo, quanto com seu marido. Nada é capaz de deter sua libertação sexual, nem mesmo a filha, noiva de Laszlo.
Ilsa, the Tigress of Siberia (1977) , dirigido por Jean La Fleur , é a terceira parte da quadrilogia iniciada com Ilsa, She Wolf of the SS , de 1975 . Desta vez Ilsa ( Dyanne Thorne) é uma camarada coronel russa em um Gulag no final da era stalinista (1953) . Como de costume Ilsa transa , tortura e mata (não necessariamente nesta ordem) com a autoridade de uma dominatrix politicamente incorreta . Como era de se esperar, Ilsa bate de frente com Andrei Chikurin (Michel Morin) dissidente político recém-chegado ao Gulak e o submete a sessões de reeducação ideológica que incluem lavagem cerebral e tortura física. Como os resultados não aparecem surge em cena o “cientista maluco” do campo com o protótipo de uma máquina mais eficiente de “reconstrução mental”.