Sinopse não disponível.
Lukas Hauser
Os moradores de Ernestina vivem na tranquilidade própria de um povoado de uma centena de habitantes. Essa paz termina durante o verão, quando turistas que chegam para aproveitar o rio local cometem atos de vandalismo.
Firmemente ancorado na tendência de um certo cinema contemporâneo de explorar as fronteiras entre as construções documentais e ficcionais da cena, o filme permite dar um passo a mais nesse caminho por conta da ocupação do seu protagonista, que vive cotidianamente não apenas a arte de encenar, como a de ensinar a atuar. Essa construção em espelhos é que dá ao filme um caráter único e diferente nesse contexto de produção e investigação audiovisual, atingindo momentos profundamente comoventes numa carta de amor ao ofício do ator.