"Poesia de Zila Mamede"
Mulher revive a poesia de Zila Mamede e seu fascínio pelo mar.
Valério Fonseca
Mulher
Após ser demitido, Chico se encontra em uma espiral de confusões e ânsias, que leva seus objetivos e os de Catarina a se cruzarem – ou melhor, se emaranharem – nesse recorte corriqueiro guiado por uma combinação tóxica de vinganças e tortas.
Entre o abismo do luto e o paraíso da amizade, Gabriel se junta com os seus amigos para produzir um filme escrito pelo seu avô falecido durante a pandemia da COVID-19.
Verão de 1975: depois de um exílio em Bruxelas, Alberto Raposo Pidwell Tavares regressa a Sines e instala-se no palácio da família, onde ensaia uma vida de comunidade. Encontra João Maria e apaixonam-se. Abre uma livraria na vila. Mas depois de 48 anos de ditadura, a gente da terra não estava preparada para tanta liberdade.
Um médico legista reencontra um grande amor do passado, percebendo que as lembranças permaneceram mais vivas do que nunca.
Iara, uma jovem prestes a atingir a maioridade, sonha em conhecer o mar. Mas, ela vive no interior do Rio Grande do Norte com sua mãe, uma mulher cujos sonhos foram engolidos pelas ondas e que teme perder a filha.
Kaji, um homem nascido e criado entre cavernas no meio do sertão potiguar, é considerado por alguns moradores um santo e para as crianças é apenas uma figura folclórica e divertida. Sua vida é retratada na dura relação do homem e a natureza, a fé e a descrença.
“A Noiva Natal” é um fotofilme narrado pela própria cidade de Natal, capital do Rio Grande do Norte, em primeira pessoa. O curta dividido em três partes remetidas ao luto registra uma visão da capital após ser negligenciada e esquecida pelo Poder Público e por seus habitantes.
Entre pichações e escombros, Natal guarda memórias que persistem em existir, ecoando um passado que se recusa a sumir.
Quando Karina percebe que está entediada com sua cansativa rotina de trabalho como professora, ela decide voltar a um antigo hobby. Com isso, ela conhece Gustavo, um cara gentil que a convida para jantar. Porém, ela não imagina que seus planos sairão do controle.
As histórias contadas por quem vive do Rio Potengi revelam o ritmo das marés, atravessando as memórias, os silêncios e a força do rio que resiste entre o mangue, o tempo e a cidade.
Fundadores, bolsistas e impactados pela Cinemateca Potiguar durante seus 10 anos de vida, relatam acontecimentos, rememoram pessoas e projetos e, acima de tudo, refletem acerca da importância da preservação do audiovisual - sobretudo potiguar.