Sinopse não disponível.
Itziar Leemans
O filme mostra como funcionam as fazendas industriais e relata a dependência da humanidade sobre os animais para obter alimentação, vestuário e diversão, além do uso em experimentos científicos. Compara o especismo da espécie humana com outras relações de dominação, como o racismo e o sexismo. Faz estudo detalhado das lojas de animais, das fábricas de filhotes e dos abrigos para animais, assim como das fazendas industriais, do comércio de peles e de couro, das indústrias da diversão e esportes, e finalmente, do uso médico e científico. Utiliza-se de câmeras escondidas para detalhar as práticas diárias de algumas das maiores indústrias do mundo, todas visando o lucro com a exploração dos animais.
O documentarista Errol Morris examina os incidentes de tortura e abuso contra suspeitos de terrorismo nas mãos das Forças Americanas.
Curta metragem seleção de Brasilia.
Continuação do aclamado documentário “O Ato de Matar”. Aqui, uma família que sobreviveu ao genocídio na Indonésia confronta os homens que mataram um de seus irmãos. Através do documentário de Joshua Oppenheimer, filmando os responsáveis pelo genocídio indonésio, uma família de sobreviventes descobre como é que o filho foi assassinado e a identidade dos homens que o mataram. O mais novo dos irmãos está determinado a quebrar o feitiço de silêncio e medo sob o qual vivem os sobreviventes e, assim, confronta os homens responsáveis pelo assassinato do irmão – algo inimaginável num país onde os assassinos permanecem no poder. Rodado também em 2012, logo após a montagem de “Ato de Matar” (mas antes do seu lançamento), “O Olhar do Silêncio” é uma visão alternativa dos eventos, desta vez sob o ponto de vista das vítimas. Com esta obra, Joshua Oppenheimer ganhou o Grande Prêmio do Júri e Prêmio FIPRESCI no Festival de Cinema de Veneza.
O jornalista Dermi Azevedo nunca parou de lutar pelos direitos humanos e agora, três décadas após o fim da ditadura, assiste ao retorno das práticas daquela época.
Este documento arrepiante sobre os horrores do Holocausto, filmado apenas dez anos após a libertação dos campos de concentração dirigidos pelos nazistas, usa imagens e imagens de guerra dos campos agora vazios.
Perfil de Henning Albert Boilesen, empresário dinamarquês radicado no Brasil acusado de ser um dos grandes financiadores da repressão violenta à luta armada contra a ditadura militar.
Explora as origens da feitiçaria e do satanismo através dos séculos, desde a antiguidade até os tempos modernos. Mistura imagens reais com encenações ao longo de sete capítulos. Mostra a intolerância da Igreja Católica frente aos mitos mágicos, e como ela "resolvia" esses problemas. No final, há a comparação entre o comportamento histérico das mulheres contemporâneas (1921) com o das bruxas da Idade Média, e a conclusão é que ele é bem parecido.