Sinopse não disponível.
Hubert Brunou
Assim que os pinguins deixam seu habitat natural na faixa costeira, tem de lutar para executar qualquer tarefa em uma terra congelada. A Marcha dos Pinguins, de Luc Jacquet, que estréia na sexta-feira, cativam o espectador. A Warner Independent, que adquiriu os direitos do documentário francês no Festival de Sundance, acrescentou uma narração em Português feita por Antônio Fagundes e Patricia Pilar, de olho no mercado brasileiro, dando uma linda dramatização ao documentário. O ritmo da música de Wurman é um achado a mais, atenta ao humor e à gravidade do tradicional ritual de acasalamento dos pinguins.a
Originalmente um vídeo caseiro nunca destinado ao público, este filme captura o capítulo final da lendária carreira de Roger Federer no tênis, apresentando Roger, sua família e seus três principais rivais: Rafael Nadal, Novak Djokovic e Andy Murray.
“This Is It” oferece aos fãs de Michael e apreciadores de música de todo mundo, uma rara e especial visão dos bastidores do artista, mostrando o desenvolvimento, a criação e os ensaios dos espetáculos que já tinham lotação esgotada e iriam começar no verão de 2009 na O2 Arena, em Londres. Seguindo uma narrativa entre Abril e Junho de 2009, o filme representa mais de 100 horas de bastidores apresentando Michael Jackson ensaiando diversas músicas para os shows.
Uma experiência cinematográfica imersiva de pessoas autistas que não falam. O documentário é baseado em um livro escrito por Naoki Higashida quando ele tinha apenas 13 anos. O filme acompanha um jovem japonês em uma jornada por uma paisagem épica. Como um turbilhão de pensamentos, sentimentos, impulsos e memórias afeta todas as suas ações, ele gradualmente descobre o que seu autismo significa para ele, como sua percepção do mundo difere da dos outros e por que ele age dessa maneira.
Do calçadão do Arpoador até a viagem para a Copa do Mundo do México em 1986, passando por uma noite inesquecível na Lapa, conheça a geração que revolucionou a cena cultural brasileira formando o Circo Voador, no Rio de Janeiro.
Ao percorrer os cômodos da antiga casa dos avós, um fotofilme revela vidas que resistem ao tempo — memórias impressas em objetos, barulhos e hábitos; onde a ausência é sentida no que restou, e a existência é traçada pelo que se foi.
Para Onde Voam as Feiticeiras acompanha um grupo de performers LGBTQIA+ em intervenções artísticas no centro de São Paulo. Suas ações são disparadoras de debates sobre desigualdades sociais, preconceitos e vidas marginalizadas, permeados pelas lutas dos movimentos negro, indígena, de ocupações urbanas. Com uma forma híbrida em contínua construção, o filme aposta menos na busca por respostas e mais no diálogo coletivo enquanto método e finalidade. Ele extravasa a circunscrição de bandeiras identitárias, permitindo-se contaminar pela centelha incontrolável de vida que vem do gesto de lançar-se às ruas.