Sinopse não disponível.
Carol Mansour
Self
Um ensaio cinematográfico de Asher de Bentolila Tlalim, um cineasta israelense que vive em Londres, GALOOT ("Exílio" em hebraico) é uma extensa meditação sobre o conflito israelense-palestino pelos olhos daqueles que vivem à distância. Através de visitas internacionais (Londres, Israel, Marrocos e Polônia) e diálogos com refugiados palestinos, novos imigrantes em Israel que agora ocupam suas casas, os atuais ocupantes da antiga casa de sua família em Tânger, os residentes da antiga aldeia da família de sua esposa em Lisensk, um cientista, um músico de jazz e outros, o cineasta explora a posição do exílio, com sua dor única e perspectiva sobre o que os outros podem estar muito próximos para perceber.
O documentário mostra imagens inéditas e partes do diário de um grupo seleto de israelitas e palestinos, que em 1992 se reuniram secretamente em Oslo, Noruega, para uma série de reuniões clandestinas que mudaram o panorama político do Oriente Médio.
Documentário que retrata a história de sete crianças israelenses e palestinas em Jerusalém. Apesar de morarem no mesmo lugar, elas vivem em mundos completamente distintos, separados por diferenças religiosas. Com idades entre 8 e 13 anos, raramente elas falam por si mesmas e estão isoladas pelo medo. Neste filme, suas histórias oferecem uma nova e emocionante perspectiva sobre o conflito no Oriente Médio. Melhor filme na escolha do público no Festival Internacional de Roterdã de 2001: um caso inédito, já que o filme ainda não tinha distribuição na Europa.
Continuação do aclamado documentário “O Ato de Matar”. Aqui, uma família que sobreviveu ao genocídio na Indonésia confronta os homens que mataram um de seus irmãos. Através do documentário de Joshua Oppenheimer, filmando os responsáveis pelo genocídio indonésio, uma família de sobreviventes descobre como é que o filho foi assassinado e a identidade dos homens que o mataram. O mais novo dos irmãos está determinado a quebrar o feitiço de silêncio e medo sob o qual vivem os sobreviventes e, assim, confronta os homens responsáveis pelo assassinato do irmão – algo inimaginável num país onde os assassinos permanecem no poder. Rodado também em 2012, logo após a montagem de “Ato de Matar” (mas antes do seu lançamento), “O Olhar do Silêncio” é uma visão alternativa dos eventos, desta vez sob o ponto de vista das vítimas. Com esta obra, Joshua Oppenheimer ganhou o Grande Prêmio do Júri e Prêmio FIPRESCI no Festival de Cinema de Veneza.
Nas inúmeras regiões em crise do mundo, o fotógrafo James Nachtwey procura a imagem perfeita para publicar. Um filme sobre um homem tímido, considerado um dos mais corajosos e importantes fotógrafos de guerra do nosso tempo, mas que dificilmente se encaixa no clichê do veterano de guerra durão.