Sinopse não disponível.
Elisa Jadot
Especialistas em tecnologia e profissionais da área fazem um alerta: as redes sociais podem ter um impacto devastador sobre a democracia e a humanidade.
Philippe Abrams é diretor de uma agência dos correios em Salon-de-Provence no sul da França. Ele é casado com Julie, cuja natureza depressiva torna a vida dele impossível. Para agradá-la, Philippe monta uma fraude para obter uma transferência para a Côte d´Azur (a Riviera Francesa), mas é desmascarado e acaba sendo transferido para Bergues, uma pequena cidade no norte do país. Para os Abrams, sulistas cheios de preconceitos, o Norte é um horror, uma região gelada e povoada por pessoas que falam um dialeto incompreensível, o "cheutimi". Sem opção, Philippe embarca sozinho e descobre que Bergues não é tão ruim assim.
Paris, verão de 1942. Na França sob a ocupação alemã em plena 2ª Guerra Mundial vive Edmond, o dono de uma salsicharia. Sem querer Edmond toma parte da deportação da família de seu vizinho, que é judeu. Quando Simon, o filho do vizinho, reaparece no local descobre que agora Edmond e sua família estão morando na antiga casa de seus pais. Sentindo-se culpado e querendo evitar problemas com os alemães, Edmond esconde o garoto e suas duas primas, ambas órfãs de guerra. Entretanto a situação se complica, pois torna-se cada vez mais difícil esconder as crianças do coronel Spreich, a quem o genro de Edmond presta serviços.
"Havia uma família que tinha uma filha, e essa filha foi arrastada para o vício pelas más companhias. O Madrigano parece que fazia o papel do pai da moça; perseguia a filha para ver onde ela ia, e um dia a surpreendeu num lugar onde lhe davam picadas de morfina. Havia, também, na estória, um rapaz viciado...". (Depoimento de Américo Matrangola, in MRG/CCP) "O drama do vício e da dissolução - A tragédia do vício, do sonho e da morte - O drama angustioso do vício e da dissolução. O poema fatal do sonho e da agonia. O filme máximo da cinematografia brasileira" (JCB/OESP, 1928). "É o drama da angústia, das ilusões desfeitas, das idéias perdidas, dos vícios irremediáveis. É o poema da vida, porque nele ressoa o canto soturno da morte! Poses plásticas. Nu artístico. O filme que mostra nitidamente os horrores dos vícios elegantes" (JCB/OESP, 1934).