O Dia com o céu nem tão azul, nem tão cinza. Com uma pitadinha de vermelho. O trem lotado e as mochilas entre os pés. Os amores em cada esquina, aqueles que a gente finge não ver.
Vitor Cachoeira
EDI DOC 2025 é um documentário sensível sobre o fim de um ciclo e tudo o que fica quando a escola deixa de ser apenas um lugar e passa a ser memória. A partir do olhar de um aluno, o filme acompanha a trajetória da turma de Edificações da Escola Técnica Estadual Itaquera II, ao longo do ensino médio, registrando o cotidiano, as relações construídas, os desafios do último ano e as incertezas que surgem quando o futuro começa a bater à porta. Entre registros do presente, fragmentos do passado e reflexões sinceras, o documentário constrói um retrato íntimo da juventude diante da despedida e do medo de seguir caminhos diferentes. Algumas despedidas não pedem só palavras. Pedem imagens e memórias que ajudem a compreender o que foi vivido. Mais do que um filme sobre uma sala de aula, EDI DOC 2025 é um registro universal sobre crescer, deixar para trás e entender que todo fim também carrega o começo de algo novo.
Em um campo dominado por homens, cinco câmeras pioneiras Mary Rogers, Cynde Strand, Jane Evans, Maria Fleet e Margaret Moth foram para a linha de frente de guerras, revoluções e desastres para nos trazer a verdade. Tão coloridos quanto talentosos, esses corajosos fotojornalistas deixaram sua marca ao capturar algumas das imagens mais icônicas da Praça Tiananmen, aos conflitos em Sarajevo, Iraque, Somália e o levante da Primavera Árabe. Mas o mundo não sabe que foram essas mulheres por trás das câmeras. Em meio ao caos que se desenrolava, as fotos que eles tiraram para a CNN chocaram e informaram o mundo. Este documentário da diretora Heather O’Neill conta sua história notável.
Com imagens detalhadas, relatos de sobreviventes e das equipes de resgate, este documentário retrata a erupção vulcânica que aconteceu na Nova Zelândia em 2019. Assista o quanto quiser.
Uma carta de amor que une Brasil e Cuba. No filme Travessias, a diretora parte em uma longa viagem em busca de entender os sentimentos e transformações passadas por uma pessoa próxima. Neste caminho de dúvidas e inquietações, encontra Justin, um homem trans que vai auxiliá-la nesta travessia. Com um olhar poético e autorreferencial, a diretora nos convida a repensar nossos próprios preconceitos e limites em relação ao outro.