Sinopse não disponível.
Angelina Zahajko
Self
O antropólogo Robert Flaherty, com sua câmera rudimentar, decide filmar a vida e os costumes dos esquimós de Port Huron, perto da Baía de Hudson, no Canadá.
Quando o cineasta realizador de documentários Michael Moore fez seu primeiro trabalho importante, Roger and Me, literalmente niguém acredita nele, e não era para menos: o que se propunha era pedir explicacões a Roger Smith, presidente da General Motors, pelo fechamento de onze fábricas na cidade de Flint (cidade natal de Moore, no estado de Michigan) que deixou 30.000 pessoas sem trabalho. O mais flagrante era que as fábricas automomobilisticas deixavam um superávit milionário. Durante dois anos Moore tentou sem êxito entrevistar Roger Smith mas entretanto fez o retrato de um cidade que um dia foi modelo de bem-estar e entrou na miséria por uma decisão da mesma companhia que a levantou.
Documentário que investiga a fascinação dos americanos pelas armas de fogo. Michael Moore, diretor e narrador do filme, questiona a origem dessa cultura bélica e busca respostas visitando pequenas cidades dos Estados Unidos, onde a maior parte dos moradores guarda uma arma em casa. Entre essas cidades está Littleton, no Colorado, onde fica o colégio Columbine. Lá os adolescentes Dylan Klebold e Eric Harris pegaram as armas dos pais e mataram 14 estudantes e um professor no refeitório. Michael Moore também faz uma visita ao ator Charlton Heston, presidente da Associação Americana do Rifle.
Filmado em 24 países, O filme mostra várias paisagens, igrejas, ruínas, cerimônias religiosas e cidades, numa busca para que cada quadro consiga capturar a grande pulsação da humanidade nas atividades diárias. O filme ficou pronto depois de 11 anos. Baraka é uma palavra Sufi que significa 'O fôlego da vida'.