Sinopse não disponível.
Adam Ezagouri
Jay Sheinberg
Karl Kleinz
Sherman Sheinberg
Stephanie
Drinking Man
Um neurótico crítico de cinema (Woody Allen), obcecado pelo filme Casablanca (1942), é abandonado por sua esposa e seu ego fica destruído. Seu exemplo de herói é o cara durão interpretado por Humphrey Bogart em muitos de seus filmes. Então Bogart começa a aparecer ao vivo para lhe dar conselhos. Com o encorajamento de um casal de amigos ele realmente tenta namorar novamente, mas com resultados pouco satisfatórios. (e 14 - Estimado 14 Anos)
Depois de emagrecer 20 kg e receber conselhos de paternidade de Snoop Dogg, Bert Kreischer sabe que é um cara muito sortudo. E quer contar para todo mundo.
O balconista de hospital Harvey Pekar (Paul Giamatti) deixa cair no chão alguns arquivos de óbito e encontra a ficha de um homem que trabalhou a vida inteira como balconista em Cleveland um emprego burocrático, exatamente como o dele. Esse episódio, combinado com o fato de ter visto o seu amigo Robert Crumb (James Urbaniak) se tornar uma pequena celebridade em São Francisco como cartunista, o inspiram a criar a sua própria revista em quadrinhos, chamada American Splendor. A revista, publicada em 1976 com grande sucesso, retratava com realismo o cotidiano do próprio Harvey, um amante compulsivo de jazz e livros. Trata-se de uma biografia.
Após um vigarista chamado Roy conhecer sua filha Angela que estava afastada dele por muitos anos, ele e seu parceiro Frank concluem que fica difícil tocar o negócio deles com a filha por perto. Porém, Roy passa a observar a menina e permite que ela o ajude a fraudar um executivo.
O humor corrosivo que caracteriza os filmes do grupo Monty Python está afiadíssimo nas histórias de O Sentido da Vida. Nesse filme, a trupe de comediantes britânicos ganha a tela para satirizar a medicina, a igreja, os militares, o sexo, e tudo o que é levado a sério demais pelos seres humanos normais. A ousadia lhes valeu o Prêmio Especial do Júri no Festival de Cannes. O Sentido da Vida mostra porque eles fazem sucesso há três décadas na TV e no cinema de todo o mundo. O Monty Python começou na BBC de Londres em 1969 e logo se espalhou pelo mundo com suas apresentações ao vivo, livros e filmes imperdíveis. Este foi o último filme da trupe que se separou após este trabalho. Em seus filmes, já satirizaram desde Rei Arthur, símbolo máximo da nobreza, justiça e coragem britânicas (Monty Phyton e o Santo Graal, 1975) à Jesus (A Vida de Brian, 1979), personagem que dispensa apresentações.
Reuben Feffer é um homem prevenido, que detesta correr riscos. Porém um fato insólito muda completamente sua vida: sua esposa o abandona com um mergulhador, em plena lua-de-mel. Desolado com o ocorrido, Reuben acaba se envolvendo com Polly (Jennifer Aniston), uma mulher agitada que gosta de viver a vida intensamente.
Elling (Per Christian Ellefsen), um homem de 40 anos com problemas mentais, passou os últimos dois anos em um hospital psiquiátrico, onde foi internado após a morte da mãe. Um programa de socialização faz com que ele vá viver num apartamento em Oslo com outro doente mental da mesma idade, Kjell Bjarne (Sven Nordin). No início até as atividades mais corriqueiras, como ir à esquina ou atender ao telefone, se tornam grandes desafios. Mas aos poucos a dupla vai se adaptando à nova realidade, perseguindo seus objetivos: enquanto Elling se descobre um poeta, Kjell Bjarne procura uma mulher para perder a virgindade.