Sinopse não disponível.
Anna Ferens
Durante a Guerra do Vietnã, uma jovem vietnamita é torturada pelos dois lados das forças em conflito. Ao fugir do seu vilarejo, emprega-se como babá em uma casa de família e acaba ficando grávida do dono da casa. Posta na rua pela patroa, torna-se vendedora ambulante e até se prostitui, para sustentar a si e ao filho, até conhecer um sargento americano, com quem se casa e vai morar nos Estados Unidos da América. Lá ela conhece um mundo totalmente diferente, mas que também não está livre dos velhos rancores e preconceitos.
Filme que conta a história real de um general das Nações Unidas que lutou para amenizar o sofrimento e tentar evitar mais vítimas no genocídio ocorrido em Ruanda em 1994, episódio que também foi contado no filme Hotel Ruanda, mas focalizando a história de um outro personagem que também estava lá. Aqui o diretor opta por fazer uma caminho direto e sem apelar tanto para elementos dramáticos ou sentimentais, tratando a história com sobriedade e mostrando como as coisas aconteceram de maneira clara e se floreios.
Em 1945, a Alemanha está sendo invadido pelos Aliados, e ninguém fica para lutar, a não ser os adolescentes. Um grupo de meninos alemães é encarregado de proteger uma pequena ponte em sua aldeia natal durante os meses finais da Segunda Guerra Mundial. Caminhões de derrotados, soldados da Wehrmacht cínicos, fogem das tropas norte-americanas que estão se aproximando, mas os meninos, cheios de entusiasmo pela ideologia nazista de "sangue e honra", ficam para defender a inútil ponte.
A saga de Pu Yi, o último imperador da China, que foi declarado imperador com apenas três anos e viveu enclausurado na Cidade Proibida até ser deposto pelo governo revolucionário, enfrentando então o mundo pela primeira vez quando tinha 24 anos. Neste período se tornou um playboy, mas logo teria um papel político quando se tornou um pseudo-imperador da Manchúria, quando esta foi invadida pelo Japão. Aprisionado pelos soviéticos, foi devolvido à China como prisioneiro político em 1950. É exatamente neste período que o filme começa, mas logo retorna a 1908, o ano em que se tornou imperador.
No início da década de 1810, os poloneses, parte da Lituânia, estado cliente da Rússia, acreditam que a independência virá se unirem forças com Napoleão quando ele invadir a Rússia. Essa unidade de propósito, em um distrito, é minada por duas famílias, em conflito desde que o chefe de uma atirou na cabeça da outra vinte anos antes. Há esperanças de reconciliação por meio do casamento de Pan Tadeusz, um Soplica, cujo pai, o assassino, está escondido em algum lugar, e Zosia, uma adolescente, uma Horeszko que vive na casa do tio de Pan. Outras correntes cruzadas – de amor, família, política, tradições rurais, reforma agrária e o que significa ser polonês – dão textura ao filme. É a história de um exilado.
Durante a Guerra dos Boers, na África do Sul, três tenentes australianos estão sendo julgados por atirar em prisioneiros Boers. Apesar de terem agido sob ordens, eles estão sendo usados como bodes expiatórios pelos ajudantes do General, que espera se livrar dessas práticas irregulares da guerra. O julgamento não transcorre tão bem como esperado pelos ajudantes, isso porque a defesa resolve empreender uma forte luta no tribunal.