Sinopse não disponível.
Nancy Urich
Mother
Lady
voice
Infant
Puppeteer
Esta história freudiana sobre a sexualidade adolescente, ambientada em um mundo pós-apocalíptico de identidades mutáveis e animais falantes, é um dos filmes mais experimentais de Malle e um devaneio cinematográfico como nenhum outro.
É entre os camponeses, os miseráveis, os gângsteres e as prostitutas que Imamura encontra terreno fértil. A Mulher Inseto (Nippon Konchuki, 1963), uma de suas obras-primas do período, conta a história de uma camponesa que, tal como um inseto, faz sua escalada da sobrevivência. Tendo atravessado, desde a adolescência, a violência sexual e o incesto, sua mudança para a cidade grande a conduz diretamente à prostituição e afinal ao controle de um bordel, onde passa a praticar toda sorte de atos vis, dos quais antes fora vítima. O tratamento do personagem como uma verdadeira heroína é absolutamente novo no até então moralista cinema japonês. E as tomadas de estilo documental, nas quais freqüentemente o personagem principal não passa de uma cabeça perdida na multidão das ruas da cidade, propõem exatamente o oposto das imagens de estúdio da Shochiku, sempre bem compostas e nítidas.
Os desafios e dificuldades da paternidade iminente transformam a vida de cinco casais de cabeça para baixo.
De férias no sul da França, Violette, uma sofisticada parisiense quarentona que trabalha no mundo da moda, encontra Jean-René, um modesto técnico de informática recém-divorciado. Contra todas as probabilidades, acontece uma química de verdade entre eles. No fim do verão, Jean René não perde tempo em se juntar a sua amada em Paris, mas suas diferentes origens sociais e Lolo, o filho dela de 19 anos, não tornarão as coisas tão fáceis.
Mully, um menino de 12 anos, perde sua mãe e descobre que seu pai está roubando o dinheiro que foi doado para a mulher. O garoto pega o dinheiro, rouba um táxi e se assusta ao encontrar uma mulher com um bebê nos braços.
“De Peito Aberto”, de Graziela Mantoanelli, acompanha seis mulheres de diferentes classes sociais durante os 180 primeiros dias de vida de seus bebês – período recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) para amamentação exclusiva.