Sinopse não disponível.
Maria Irchak
Persephone
Hades
Esta adaptação de 1950 do mito órfico de Jean Cocteau retrata um poeta famoso (Jean Marais) desprezado pelos jovens da Margem Esquerda, bem como seu amor pela esposa Eurídice (Marie Déa) e por uma misteriosa princesa (Maria Casarès).
No lado oeste de Nova York, à sombra dos arranha-céus, ficam os guetos de imigrantes e classes menos favorecidas. Duas gangues, os Sharks, de porto-riquenhos, e os Jets, de brancos de origem anglo-saxônica, disputam a área, seguindo um código próprio de guerra e honra. Tony (Richard Beymer), antigo líder dos Jets, se apaixona por Maria (Natalie Wood), irmã do líder dos Sharks, e tem seu amor correspondido. A paixão dos dois fere princípios em ambos os lados, acirrando ainda mais a disputa.
Um homem tem sua rotina resumida ao seu monótono trabalho e à suspeita relação com sua esposa, até que objetos, lugares e pessoas desaparecem misteriosamente, tornando sua vida mais interessante e, ao mesmo tempo, perigosa.
Em seu único papel no cinema, Maria Callas vive a feiticeira Medeia, que mata seu irmão para fugir com o amado, Jasão, que roubara o velocino de ouro. Anos mais tarde, Jasão a abandona, para se casar com a jovem e bela flha do Rei Creonte. Indignada, Medeia planeja uma terrível vingança contra Jasão.
O clássico conto da Gata Borralheira ganha uma nova versão, mostrando o que seria a “verdadeira” história da Cinderela. Danielle perde seu pai muito nova e é criada por uma madrasta muito má. Já crescida, ela se apaixona pelo Príncipe Henry, o que pode estragar os planos ambiciosos da madrasta.