Sinopse não disponível.
Arnold T. Rice
Self
O humor corrosivo que caracteriza os filmes do grupo Monty Python está afiadíssimo nas histórias de O Sentido da Vida. Nesse filme, a trupe de comediantes britânicos ganha a tela para satirizar a medicina, a igreja, os militares, o sexo, e tudo o que é levado a sério demais pelos seres humanos normais. A ousadia lhes valeu o Prêmio Especial do Júri no Festival de Cannes. O Sentido da Vida mostra porque eles fazem sucesso há três décadas na TV e no cinema de todo o mundo. O Monty Python começou na BBC de Londres em 1969 e logo se espalhou pelo mundo com suas apresentações ao vivo, livros e filmes imperdíveis. Este foi o último filme da trupe que se separou após este trabalho. Em seus filmes, já satirizaram desde Rei Arthur, símbolo máximo da nobreza, justiça e coragem britânicas (Monty Phyton e o Santo Graal, 1975) à Jesus (A Vida de Brian, 1979), personagem que dispensa apresentações.
Neste especial de stand-up, Mike Epps fala sobre falta de higiene pessoal, fracassos de infidelidade e ainda trava uma guerra contra os maridos que trabalham.
Tom Dobbs é um apresentador de um programa político, acostumado a falar o que pensa. Depois de comentar que ele seria um melhor presidente do que o líder atual na Casa Branca, Tom se candidata ao cargo e, para surpresa geral, acaba ganhando as eleições. Agora, ele enfrenta a difícil escolha de assumir a presidência ou permanecer atrás do microfone.
Neste especial afiado e ao mesmo tempo sensível, Andrew Schulz revela o momento mais marcante de sua vida: tornar-se pai.
O filme conta a história do mestre em manipular sua platéia, Andy Kaufman que conseguia provocar gargalhadas, silêncios profundos, lágrimas e até gritos. Ao convidar o público para ir tomar leite com biscoitos ou desafiar mulheres para lutas mistas, ele se especializou em criar atuações tão reais que até seus amigos mais íntimos nunca estavam certo de onde estava a verdade. Embora tido, entre outras descrições, como duende niilista, guerrilheiro Zen, comediante dadaísta e o primeiro artista de verdade, Kaufman sempre preferiu pensar que era simplesmente um homem da música e da dança.
Jerry Falk (Jason Biggs) é um aspirante a escritor, que vive em Nova York e se apaixona, à primeira vista, por uma jovem volúvel e excêntrica chamada Amanda (Christina Ricci). Certa vez Jerry comentou com um motorista de táxi sobre questões existenciais da vida e o que ouviu o impressionou: eram "iguais a tudo na vida". Porém, ele descobre rapidamente que a vida com a imprevisível Amanda não é, em absoluto, igual a tudo na vida.
Em seu primeiro especial para a HBO, a comediante Atsuko Okatsuka revela como sua educação nada convencional a preparou perfeitamente para enfrentar um invasor de propriedade reincidente.
Em uma performance no Bowery Ballroom na cidade de Nova York, o comediante discute assuntos como cães farejadores no aeroporto, a geração do atendimento ao cliente, brigas de mentira no chuveiro e como é ter um pai alcoólatra, porém divertido.