Sinopse não disponível.
Dino Santoro
Gabriele
Dora
Maggiordomo
Ester
O tempo rege nossas vidas a todo momento. Ele transcende, transforma e modifica, faz pulsar amor, dor e alegrias. Mas será que é possível controlar o tempo ou seria ele o senhor de todas as regras?
HÁ UM TEMPO PARA TODAS AS COISAS! Esse curta é sobre o tempo. Onde numa realidade nada incomum, viver ansioso ao encarar o relógio tornou-se rotina. Uma palavra tão pequena, com um significado tão grande. Pois você só o percebe, quando já passou. Um curto drama sobre ansiedade em conquistar o mundo, enquanto acha que tem pouco tempo. THERE'S A TIME FOR ALL THINGS! This short film is about time. Where in a not unusual reality, living anxiously when staring at the clock has become routine. Such a small word, with such a big meaning. Because you only notice it when it's over. A short drama about anxiety about conquering the world, while you think you have little time.
Miguel e sua amiga constroem uma primeira possível máquina do tempo. A máquina enviaria um objeto pequeno minutos ao futuro, mas, antes do teste final, outro objeto chega do futuro. Os dois jovens cientistas discordam e precisam vencer o dilema de devolver ao futuro ou ficar com o artefato no presente, a fim de evitar uma catástrofe quântica e pessoal.
Curta realizado em apenas dois cartuxos de filme Super 8. Traz imagens e cenas que são conectadas pelo imaginário de cada espectador.
A partir de suas memórias pessoais e coletivas, mulheres e homens das comunidades remanescentes do Complexo Quilombo Mata Cavalo, em Mato Grosso, falam sobre as origens do Quilombo, a vida comunitária, do trabalho coletivo, das festas e, principalmente, sobre a história da luta pela retomada, permanência e posse definitiva das terras que pertenceram aos seus ancestrais, mas que, ao longo do tempo, milhares de hectares foram ‘adquiridos’(?) por outras mãos. Um documentário onde a história é contada por aqueles que vivem e experimentam na pele, cotidianamente, a interminável tentativa de silenciamento e de exclusão perpetrados pela cultura dominante.