Sinopse não disponível.
Nathaniel Thomas McGill
Himself
Um comerciante viajante mostra a vida no interior da República da Geórgia, onde batatas são moeda e a pobreza esmaga qualquer ambição.
Quando o cineasta realizador de documentários Michael Moore fez seu primeiro trabalho importante, Roger and Me, literalmente niguém acredita nele, e não era para menos: o que se propunha era pedir explicacões a Roger Smith, presidente da General Motors, pelo fechamento de onze fábricas na cidade de Flint (cidade natal de Moore, no estado de Michigan) que deixou 30.000 pessoas sem trabalho. O mais flagrante era que as fábricas automomobilisticas deixavam um superávit milionário. Durante dois anos Moore tentou sem êxito entrevistar Roger Smith mas entretanto fez o retrato de um cidade que um dia foi modelo de bem-estar e entrou na miséria por uma decisão da mesma companhia que a levantou.
Ativista de direitos civis Ann Atwater (Taraji P. Henson), bate de frente com C.P. Ellis (Sam Rockwell), líder exaltado do Ku Klux Klan em Durham, na Carolina do Norte, de1971, sobre a questão de integração nas escolas.
Documentário que investiga a fascinação dos americanos pelas armas de fogo. Michael Moore, diretor e narrador do filme, questiona a origem dessa cultura bélica e busca respostas visitando pequenas cidades dos Estados Unidos, onde a maior parte dos moradores guarda uma arma em casa. Entre essas cidades está Littleton, no Colorado, onde fica o colégio Columbine. Lá os adolescentes Dylan Klebold e Eric Harris pegaram as armas dos pais e mataram 14 estudantes e um professor no refeitório. Michael Moore também faz uma visita ao ator Charlton Heston, presidente da Associação Americana do Rifle.
A relação conflituosa de Jonathan Cacouette's com sua mãe esquizofrênica é contada através de um acervo enorme de fotografias, vídeos caseiros filmados com super 8, antigas mensagens de uma secretária eletônica e encenações dramáticas protagonizadas pelo próprio diretor, através dos anos. Um retrato tocante de um conturbado lar americano onde, apesar da dor e dos traumas, é possível encontrar ternura.
Um painel do deficiente sistema de saúde americano. A partir do perfil de cidadãos comuns, somos levados a entender como milhões de vidas são destruídas por um sistema que, no fim das contas, só beneficia a poucos endinheirados. Ali vale a lógica de que, se você quer permanecer saudável nos Estados Unidos, é bom não ficar doente. E, depois de examinar como o país chegou a esse estado, o filme visita uma série de países com sistema de saúde público e eficiente, como Cuba e Canadá.