Sinopse não disponível.
Magnus Gertten
Self
Self (archive footage; uncredited)
14 de outubro de 2013 foi o 70º aniversário de um evento que chocou o partido nazista em sua base, quando os prisioneiros judeus em Sobibor, um campo de extermínio nazista na Polônia, fizeram uma fuga sangrenta.
A verdadeira história do empresário germano-checo Oskar Schindler (1908-74) como contada por alguns dos judeus —mais de mil pessoas— cujas vidas ele salvou do extermínio durante a Segunda Guerra Mundial.
O médico nazista Joseph Mengele dedicou parte de seus testes experimentais em seres humanos para provar que as mulheres ruivas tinham um nível de sensibilidade diferenciado. A narradora do filme, Emmy Blum, se estabeleceu em São Paulo nos anos 1950, onde trabalhou como esteticista. Deportada da Hungria em 1944, ela viu Mengele pela primeira vez no pátio principal de Auschwitz. Algumas semanas depois, tornou-se uma de suas cobaias. Depois da guerra, seus caminhos se encontraram novamente no Brasil. Sessenta anos depois, Emmy concorda em participar de um documentário sobre sua vida. Logo, o filme muda de marcha, tornando-se uma reflexão sobre as armadilhas da memória e as dificuldades de refletir o passado em um filme.
Pela primeira vez na tela, crianças de segunda geração dos Sobreviventes do Holocausto se abrem sobre seu sofrimento infantil abusado.
O oceano contém a história de toda a humanidade. No mar estão as vozes da Terra e de todo o espaço. A água, fronteira mais longa do Chile, também esconde o segredo de dois misteriosos botões encontrados no fundo do mar. Com mais de 4 mil km de costa e o maior arquipélago do mundo, o Chile apresenta uma paisagem sobrenatural, com vulcões, montanhas e glaciares. Nessa paisagem estão as vozes da população indígena da Patagônia, dos primeiros navegadores ingleses que chegaram ao país, e também a voz dos presos políticos chilenos. Alguns dizem que a água tem memória. Este filme mostra que ela também tem voz.