Sinopse não disponível.
Christopher Olgiati
Himself (archive footage)
O filme leva os espectadores a 18 países em todos os sete continentes para mostrar como os aviões têm proporcionado um século de conexão global, coisa que nossos antepassados nunca poderiam ter imaginado.
O célebre diretor Werner Herzog nos leva em uma aventura incrível, indo aos limites de um lugar extraordinário. Superando desafios consideráveis, Herzog registra a impressionante imponência da caverna de Chauvet, no sul da França, onde foram descobertas as mais antigas pinturas rupestres do mundo. Herzog revela um mundo subterrâneo de tirar o fôlego, incluindo obras de arte com 32 mil anos de idade com seu estilo inigualável. Com sua narração bem-humorada e envolvente, Herzog reflete sobre o nosso desejo primordial em se comunicar e representar o mundo à nossa volta, a evolução e o nosso lugar nela, e, em última instância, o que significa ser humano. Werner Herzog, de 68 anos, realizou um sonho de infância. Ainda menino, arranjou trabalho só para comprar um livro sobre pinturas rupestres, e o seu sonho virou realidade quando ele teve acesso à caverna de Chauvet-Pont-d'Arc, descoberta na década de 90, com mais de 400 pinturas rupestres.
A morte repentina do jovem fundador de uma plataforma de criptomoedas, que estava à beira da falência, acaba aguçando as suspeitas de alguns investidores furiosos.
Com testemunhos e imagens aéreas exclusivas, o introspectivo documentário aborda quem nós somos hoje em dia. Não só como comunidade, mas como indivíduos. Através das guerras, descriminações e desigualdades, confrontamos a realidade que também contempla discursos de solidariedade. Uma reflexão do futuro que queremos para nós, seres humanos, e o planeta.
Por mais de 40 anos, Ashur Shamis foi membro da Irmandade Muçulmana Líbia e inimigo número um do Coronel Gadaffi no exílio, com uma recompensa de US$ 1 milhão por sua cabeça. Seu sonho de uma Líbia "livre" quase lhe custou sua vida e a de sua família.