Sinopse não disponível.
Arthur Maria Rabenalt
Alfredo Codona
Lalo Codona
Edward Codona
Juwelen-Max
Lillian Leitzel
Flatcher
Joe Ringling
Hopp-Bubi
Como tacada de despedida, a recém demitida repórter Ann Mitchell faz matéria com uma carta falsa do desempregado "John Doe" ou Zé Ninguém, que ameaça o suicídio em protesto pelos males sociais. O jornal é forçado a recontratar Ann e a contratar John Willoughby para se fazer passar pelo Zé Ninguém "Doe". Ann e seus chefes cinicamente usam e abusam dessa história, extraem tudo que é possível, até que a filosofia do inventado "Zé Ninguém" faz surgir um movimento político inteiro.
Esta produção estrelada por Charles Laughton, que estava no auge de sua carreira quando personificou Quasímodo (o Corcunda), recebeu duas indicações ao Oscar, em 1939. É provavelmente, a melhor interpretação dada ao triste personagem, morador da Catedral de Notre Dame, que perambula pelos impressionantes cenários de Paris, criados especialmente para o filme, em Hollywood. Maureen O'Hara está perfeita como a linda cigana Esmeralda, pela qual Quasímodo se apaixona desesperadamente, a ponto de romper a paz da imponente e secular Catedral, aterrorizando a população.
Desempregado após o término da Primeira Guerra, Allen torna-se um vagabundo sem dinheiro. Quando assiste a outro homem cometendo um furto, é condenado injustamente a dez anos de cadeia, numa prisão na Geórgia. Lá, é perseguido por gangues e castigado cruelmente por guardas sádicos. Com a ajuda de outro prisioneiro, escapa e parte determinado em busca do sonho que tem de se tornar um engenheiro.
Este filme alemão pouco conhecido remete à verdadeira história do navio oceânico britânico que encontrou um destino trágico. Ernst Fritz Fürbringer interpreta o presidente da White Star Line, que impensavelmente pressionou o capitão do Titanic (Otto Wernicke) para fazer o cruzamento mais rápido possível para Nova York. Curiosamente, o diretor Herbert Selpin foi preso pela Gestapo durante a produção deste filme (morrendo estranhamente alguns dias depois) e o Ministro da Propaganda nazista, Joseph Goebbels, proibiu sua exibição por suas cenas de pânico e terror. Tirando o fato de que, na noite anterior a sua estreia, o cinema onde o filme seria exibido sofreu um ataque aéreo. Sob as ordens de Selpin, o negativo do filme e as cópias existentes foram escondidos em um galpão secreto. Acreditou-se que o filme estava perdido, até que, em 1949, o negativo foi misteriosamente encontrado.