"Elvis Não Morreu" é um filme biográfico produzido para a televisão nos Estados Unidos em 1979, escrito por Anthony Lawrence e dirigido por John Carpenter, com Kurt Russell no papel do Rei do Rock, Elvis Presley.
John Carpenter
Elvis Presley
Gladys Presley
Vernon Presley
Red West
Colonel Tom Parker
Priscilla Presley
Bonnie
D.J. Fontana
Depois que o produtor fonográfico Swan rouba a música do compositor Winslow Leach e o entrega para uma de suas bandas, Leach entra no escritório de Swan. Mas Swan pega Leach e o acusa de comercializar drogas, o que o leva à prisão. Leach foge e tenta novamente sabotar o império de Swan, mas um acidente desfigura sua face. Leach se transforma no "Fantasma" para arruinar Swan enquanto salva a cantora Phoenix de uma terrível tragédia
O roteirista Dalton Trumbo tem uma história singular em Hollywood: apesar de ter escrito algumas das histórias de maior sucesso da época, como A Princesa e o Plebeu (1953), ele se recusou a cooperar com o Comitê de Atividades Antiamericanas do congresso e acabou preso e proibido de trabalhar. Mesmo quando saiu da prisão, Trumbo demorou anos para vencer o boicote do governo, sofrendo com uma série de problemas envolvendo familiares e amigos próximos.
Durante a Segunda Guerra Mundial, no remoto deserto do Novo México, o Projeto Manhattan está se materializando: a bomba atômica está sendo construída. Paul Newman vive o General Leslie Groves, o militar que comanda o poderoso projeto que vai produzir duas armas: "Fat Man" (Homem Gordo) e "Little Boy" (Garoto). Dwight Schultz é J. Robert Oppenheimer, o brilhante cientista tentando tornar a impressionante missão uma realidade. Bonnie Bedelia, John Cusack, Laura Dern e Natasha Richardson co-estrelam este filme, que recria um dos capítulos mais marcantes da nossa história, aquele que criou uma nuvem em forma de cogumelo, mudando o mundo para sempre.
O psicanalista Tony Flagg aceita analisar a jovem Amanda Cooper, para ver se descobre porque ela rompeu o noivado com Stephen Arden três vezes. Amanda acaba por se apaixonar por ele, forçando-o a hipnotizá-la para incutir em seu subconsciente a ideia de que ela o odeia e ama Stephen. Porém, quando descobre que também foi fisgado por ela, Tony terá de desfazer tudo...
A arte escandalosa ainda pode servir a Deus? O sofrimento precede toda grandeza? A doença pode ser uma bênção? Em 1950, a escritora Flannery O'Connor visita sua mãe Regina na Geórgia quando é diagnosticada com lúpus aos 24 anos de idade. Lutando contra a mesma doença que tirou a vida de seu pai quando ela era criança e desesperada para deixar sua marca como uma grande escritora, essa crise lança sua imaginação em uma exploração febril da crença.