Sinopse não disponível.
Elizabeth Arledge
Narrator
Self
Thomas Haemmerli está prestes a comemorar seu quadragésimo aniversário quando fica sabendo da morte de sua mãe. Um novo choque ocorre quando ele e seu irmão Erik descobrem o apartamento dela, que está imundo e cheio de lixo. Os irmãos levam um mês inteiro para limpar o local. Em meio ao caos, eles encontram filmes que remontam à década de 1930, fotos e outras recordações.
Um dossiê da morte bem de perto, de todos os ângulos. Uma sangrenta luta de cães, uma jantar com cérebro de macaco, um homem ateando fogo no próprio corpo, uma visita a um quarto de autópsias entre outras atrocidades mortais.
Fang Xiuying era um fazendeiro nascido em Huzhou, Fujian em 1948. Ela sofria de Alzheimer durante os últimos oito anos de sua vida. Até 2015, seus sintomas já eram muito avançados e seu tratamento em uma casa de convalescença era ineficaz, então foi interrompido em junho de 2016 e ela voltou para casa. O filme segue sua provação em 2015 e, em 2016, nos últimos dez dias de sua vida.
Acompanhe a notável história de Pat Summitt, a treinadora mais vitoriosa da história do basquete da NCAA. Este retrato visceral e autêntico tira a câmera das mãos do cineasta e a coloca entre aqueles que a conhecem melhor. Com Tyler, filho de Pat, como o narrador principal, outros jogadores, treinadores e fãs, como Peyton Manning e Kenny Chesney, compartilham suas próprias impressões sobre uma mulher que se preocupava não apenas em vencer, mas em elevar seus jogadores e sua universidade.
A ponte Golden Gate, que atravessa a baía de San Francisco, é um dos mais importantes pontos turísticos dos Estados Unidos. Mas é também o lugar que registra o maior índice de suicídios do mundo. Durante o ano de 2004, o diretor registrou, dia após dia, a rotina nefasta desse cartão-postal. Além do movimento de carros, pedestres e turistas, ele filmou mais de vinte suicídios. O documentário flagra pessoas que sobem no parapeito da ponte e se atiram. O diretor vai então atrás de depoimentos de familiares e amigos dos suicidas para tentar entender seus motivos.
Firmemente ancorado na tendência de um certo cinema contemporâneo de explorar as fronteiras entre as construções documentais e ficcionais da cena, o filme permite dar um passo a mais nesse caminho por conta da ocupação do seu protagonista, que vive cotidianamente não apenas a arte de encenar, como a de ensinar a atuar. Essa construção em espelhos é que dá ao filme um caráter único e diferente nesse contexto de produção e investigação audiovisual, atingindo momentos profundamente comoventes numa carta de amor ao ofício do ator.