Sinopse não disponível.
Mark-Paul Meyer
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Por que ainda somos capazes, hoje, de assistir a imagens que foram capturadas há mais de 125 anos? À medida que entramos na era digital, o patrimônio audiovisual parece ser um fato seguro e óbvio. No entanto, muito do cinema e da nossa história filmada já se perdeu para sempre. Arquivistas, técnicos e cineastas de diferentes partes do mundo explicam o que é a preservação audiovisual e contam o porquê ela é necessária. O documentário é uma homenagem a todos esses profissionais e ao seu importante trabalho.
Trabalhadores atravessam o portão da fábrica Lumière para deixarem o local, seguidos por uma carruagem puxada por dois cavalos. Foi exibido em 22 de março de 1895, no Salon indien du Grand Café, quando Louis Lumière fez pela primeira vez uma demonstração pública de seu cinematógrafo. Pode ser considerado como o primeiro filme a ser projetado em público e originou 3 refilmagens dirigidas pelos próprios Lumière.
Maria Callas nasceu na cidade de Nova York em 1923, numa família de imigrantes gregos. Incentivada pela mãe a desenvolver dotes artísticos desde cedo, teve aulas de canto lírico com Elvira Hidalgo no Conservatório de Atenas e não tardou a ser reconhecida internacionalmente como a melhor cantora de ópera de todos os tempos. Através de entrevistas, imagens raras de arquivo, filmagens pessoais e cartas íntimas, a vida e a carreira da artista são reconstituídas.
Nos anos 1980, um grupo de pioneiros combinou sua habilidade, arte e ciência para criar a Pixar, empresa de filmes em 3D. Aos poucos vieram os sucessos que mudariam para sempre os rumos do cinema de animação: “Toy Story”, “Monstros S.A.”, “Procurando Nemo”, “Os Incríveis”, “Carros”…