Sinopse não disponível.
Ricky Kelly
self - mayor, Atlantic Beach, SC
self - historian
self - African-American Black activist and motivational speaker
self
Este ganhador do Oscar® mostra a vida das crianças do bairro da Luz Vermelha, em Calcutá. O aparente enriquecimento da Índia deixa de lado os menos favorecidos. Neste contexto, os menos privilegiados são as crianças filhas de prostitutas do bairro mais pobre da cidade. Porém, ainda há esperanças. Os documentaristas Zana Briski e Ross Kauffman procuram essas crianças e munidos de câmeras fotográficas pedem para eles fazerem retratos de tudo que lhes chama a atenção. Os resultados são emocionantes. E enquanto as crianças vão descobrindo essa nova forma de se expressar, os cineastas lutam para poder dar mais esperança e uma vida melhor a essas crianças, para as quais a pobreza é a maior ameaça à realização dos sonhos.
Documentário sobre os assassinatos de três crianças em Robin Hills. Acusados de satanismo, os suspeitos tem álibis sólidos e faltam provas.
Comemorando a alegria de estar de volta com seus melhores amigos e uma cena perfeitamente executada para o dingdong, a equipe idiota original retorna para outra rodada de apresentações hilárias, absurdas e muitas vezes perigosas de comédia com uma pequena ajuda de um novo elenco emocionante. Johnny e a equipe vão além do limite em idiotas para sempre.
Em maio de 2011, um tornado de grandes proporções deixou a cidade de Joplin, no Missouri, em ruínas. Com imagens exclusivas, este documentário mergulha na catástrofe.
Ele se passava por um magnata do ramo dos diamantes, conquistava mulheres na internet e roubava milhões de dólares delas. Agora, algumas vítimas querem vingança.
O documentário conta a história de uma mulher de 63 anos que sofre de distúrbios mentais, e vive e trabalha há mais de 20 anos no Aterro Sanitário de Jardim Gramacho, no Rio de Janeiro.
LowMovie é um filme de skate brasileiro produzido de forma independente, coletiva e original pelo coletivo de artistas-skatistas LowPressure de Curitiba, Brasil.
Para Onde Voam as Feiticeiras acompanha um grupo de performers LGBTQIA+ em intervenções artísticas no centro de São Paulo. Suas ações são disparadoras de debates sobre desigualdades sociais, preconceitos e vidas marginalizadas, permeados pelas lutas dos movimentos negro, indígena, de ocupações urbanas. Com uma forma híbrida em contínua construção, o filme aposta menos na busca por respostas e mais no diálogo coletivo enquanto método e finalidade. Ele extravasa a circunscrição de bandeiras identitárias, permitindo-se contaminar pela centelha incontrolável de vida que vem do gesto de lançar-se às ruas.