Sinopse não disponível.
Arto Halonen
Marissa Jaakola
Lawyer
Herself / Narrator
Dez anos atrás, os caminhos de Abou, Laura, Cadiatou e Jacques se cruzaram com os de Emmanuelle. Ela era professora de francês em uma escola em Marselha. Juntos, eles participaram de um filme, “Os filhos da princesa de Clèves”, no qual, ao analisar o texto clássico, expressaram suas esperanças, sonhos e medos. Agora, o diretor reencontra-se com os protagonistas: as memórias misturam-se com as histórias das suas vidas e dos obstáculos cotidianos que têm de ultrapassar enquanto procuram não perder a esperança.
A partir do desaparecimento de duas de suas quatro filhas, a história da família de Olfa é contada através de uma jornada de rebelião, violência e esperança.
Amanda é uma fotógrafa surda, em busca de respostas para a vida e a existência. O espectador acompanha a jornada de Amanda através de conceitos científicos e espirituais, passando pela física quântica e teologia, com a colaboração de especialistas.
Este ganhador do Oscar® mostra a vida das crianças do bairro da Luz Vermelha, em Calcutá. O aparente enriquecimento da Índia deixa de lado os menos favorecidos. Neste contexto, os menos privilegiados são as crianças filhas de prostitutas do bairro mais pobre da cidade. Porém, ainda há esperanças. Os documentaristas Zana Briski e Ross Kauffman procuram essas crianças e munidos de câmeras fotográficas pedem para eles fazerem retratos de tudo que lhes chama a atenção. Os resultados são emocionantes. E enquanto as crianças vão descobrindo essa nova forma de se expressar, os cineastas lutam para poder dar mais esperança e uma vida melhor a essas crianças, para as quais a pobreza é a maior ameaça à realização dos sonhos.
O final dos anos 1970 ficou conhecido como a era de ouro do cinema para alguns cineastas afegãos, à medida que os comunistas assumiram o poder.
O coração do homem é uma história que convida os filhos de Deus a deixar para trás o modo corrompido, moralista e religioso de pensar e de se relacionar com Deus e com os outros. Quando começamos a conhecer quem é Deus (e, como resultado, quem somos), temos algo a oferecer ao mundo, deixando as pessoas interessadas. Liberdade das aparências; liberdade da manipulação do nosso comportamento para parecermos aceitáveis para Deus; liberdade dos nossos vícios, comportamentos compulsivos e segredos e da nossa vida dupla. O filme rasga o véu da confusão sobre a atual crise de identidade da Igreja e convida o restante do mundo para o banquete que Deus está preparando para todos nós.