Sinopse não disponível.
Peter Crystal
Narrator
Documentário que investiga a fascinação dos americanos pelas armas de fogo. Michael Moore, diretor e narrador do filme, questiona a origem dessa cultura bélica e busca respostas visitando pequenas cidades dos Estados Unidos, onde a maior parte dos moradores guarda uma arma em casa. Entre essas cidades está Littleton, no Colorado, onde fica o colégio Columbine. Lá os adolescentes Dylan Klebold e Eric Harris pegaram as armas dos pais e mataram 14 estudantes e um professor no refeitório. Michael Moore também faz uma visita ao ator Charlton Heston, presidente da Associação Americana do Rifle.
A relação conflituosa de Jonathan Cacouette's com sua mãe esquizofrênica é contada através de um acervo enorme de fotografias, vídeos caseiros filmados com super 8, antigas mensagens de uma secretária eletônica e encenações dramáticas protagonizadas pelo próprio diretor, através dos anos. Um retrato tocante de um conturbado lar americano onde, apesar da dor e dos traumas, é possível encontrar ternura.
Um painel do deficiente sistema de saúde americano. A partir do perfil de cidadãos comuns, somos levados a entender como milhões de vidas são destruídas por um sistema que, no fim das contas, só beneficia a poucos endinheirados. Ali vale a lógica de que, se você quer permanecer saudável nos Estados Unidos, é bom não ficar doente. E, depois de examinar como o país chegou a esse estado, o filme visita uma série de países com sistema de saúde público e eficiente, como Cuba e Canadá.
O filme acompanha a grande rede americana de lojas de discos "Tower Records" desde sua abertura, na década de 60, até seu fechamento, em 2006. Ao cobrir tantos anos de história, as mais diversas fases são mostradas aqui. Vemos o ápice dos discos de vinil, surgimento de CD's e os problemas que as atualizações da indústria fonográfica trouxeram para ela mesma. O roteiro balanceia bem o que há de positivo e negativo no legado da "Tower Records", sem ficar se lamentando ou precisando se vangloriar de seu valoroso passado. É um equilíbrio muito saudável que poderia entrar em xeque dado tema abordado. O que ajuda, nesse sentido, é o fato de que soma-se a narrativa do longa o próprio desenvolvimento de artistas e músicos pelo tempo. Aparecimento de novas tendências entre bandas e o que se produzia no mainstream ou no underground em determinados momentos.
Em 2005, quando discursou na Universidade de Stanford, Steve Jobs pediu ajuda para escrever o discurso a Aaron Sorkin, mas acabou por o fazer sozinho, como conta Walter Isaacson na sua biografia do co-fundador da Apple. No início do discurso, Jobs dizia: “Hoje, quero contar-vos três histórias da minha vida. É só isso. Nada de especial. Só três histórias.” Nem por acaso, “Steve Jobs”, o filme de Danny Boyle com argumento de Aaron Sorkin, inspirado no citado livro de Isaacson, com Michael Fassbender no papel principal, é formado por três histórias da vida profissional de Jobs: o lançamento do Macintosh, em 1984; o do esquecido NeXT, em 1988; e o do iMac, em 1998.
O filme questiona nossas percepções e terminologias quando um evento proclamado por alguns como anti-semita é descrito por outros como uma crítica legítima às políticas governamentais de Israel. O filme caminha ao longo da fronteira entre o anti-sionismo, rejeitando a noção de um Estado judeu e o anti-semitismo, rejeitando os judeus. O primeiro está sendo usado para desculpar o último? E existe uma diferença entre o anti-semitismo de hoje e o racismo antigo que afeta todas as minorias?