Sinopse não disponível.
Charles Braverman
Self (archive footage)
John, Paul, George e Ringo enfrentam em seu Submarino Amarelo o exército de Blue Meanies que chegaram a Pepperland para acabar com toda a música, paz e amor que lá reinava.
Os Beatles estão no auge de seu sucesso. Ao mesmo tempo em que trabalham, John, Paul, Jorge e Ringo fazem de tudo para se divertirem em meio ao assédio dos fãs e estresse dos produtores. Um dia da vida dos garotos de Liverpool. Filme indicado a 2 Oscar.
O ano é 1964. Os Beatles estão prestes a chegar nos Estados Unidos, e os jovens americanos estão completamente loucos. Esperançosos em fazer parte deste momento histórico estão seis adolescentes histéricos de Nova Jérsia que não desistirão de verem o quarteto em pessoa. Embarcando na primeira viagem de suas vidas, os amigos chegam a Nova Iorque, onde eles estão determinados a superarem suas chances e ver a banda em sua primeira aparição no The Ed Sullivan Show.
O documentário retrata o dia-a-dia da banda inglesa The Beatles, uma das mais famosas de todos os tempos, em um surpreendente momento conturbado, pouco antes de sua separação. Discussões e brigas entre os integrantes estão presentes, assim como gravações de músicas e a última performance em público do grupo.
Um cinegrafista passeia com uma câmera pendurada no ombro, documentando a vida urbana com uma inventividade deslumbrante.
Quando John Lennon faleceu em 1980, deixou mais de 240 horas de filmagens que mostram fragmentos de sua vida diária, música e ideias para mudar o mundo. Este documentário mostra parte deste material e também entrevistas com familiares e amigos.
Help é o segundo filme da banda Britânica The Beatles. O álbum homónimo saiu no mesmo ano. O filme conta a história dum culto indiano que a cada dia escolhe uma vítima para ser sacrificada perante a deusa da morte kaili. Para isso, fornecem-lhe um anel que usará até que chegue a hora da sua morte. Porém este anel desaparece e descobre-se que foi enviado para Inglaterra, como presente a Ringo Starr, que caso não o devolva, se tornará a nova vítima. Porém, há um problema, ele não consegue tirá-lo do dedo.
Para este épico pessoal, Bressane pegou sua ópera omnia e a editou em uma ordem que primeiro segue a cronologia histórica, mas logo começa a retroceder e avançar. Os vários passados – anos 60, 80, 2000 – comentam-se de uma forma que lança luz sobre os temas e obsessões de Bressane, que se tornam cada vez mais aparentes e, finalmente, toda uma ideia de cinema se revela ao espectador curioso e paciente. Bressane irá, a partir de agora, retrabalhar A Longa Viagem do Ônibus Amarelo quando fizer outro filme? Este é o seu último começo? Por que não, pois o eternamente jovem mestre dissidente parece embarcar em uma viagem inaugural a cada novo filme!