Sinopse não disponível.
Madeleine Hetherton-Miau
Um grupo de amigos aventureiros sai às ruas procurando vítimas inocentes para testemunhar suas brincadeiras absurdas. Perigo e dor fazem parte da jornada desta gangue, que não se cansa de chocar o público.
Assim que os pinguins deixam seu habitat natural na faixa costeira, tem de lutar para executar qualquer tarefa em uma terra congelada. A Marcha dos Pinguins, de Luc Jacquet, que estréia na sexta-feira, cativam o espectador. A Warner Independent, que adquiriu os direitos do documentário francês no Festival de Sundance, acrescentou uma narração em Português feita por Antônio Fagundes e Patricia Pilar, de olho no mercado brasileiro, dando uma linda dramatização ao documentário. O ritmo da música de Wurman é um achado a mais, atenta ao humor e à gravidade do tradicional ritual de acasalamento dos pinguins.a
Enquanto executam atividades extremamente repetitivas, os funcionários de um supermercado encontram espaço para expressar suas dúvidas, afetos, medos e sonhos improváveis. Humor, drama, mistério, romance e física quântica convivem com caixas de leite, cortes de carne, códigos de barra e câmeras de segurança. No espaço confinado da loja, os funcionários não permitem que a rotina aprisione suas imanências e sua imaginação.
Basel Adra é um ativista palestino que luta desde a infância contra a expulsão da sua comunidade pela ocupação israelense. Enquanto documenta o apagamento do local, seu caminho se cruza com o do jornalista israelense Yuval, que se junta à sua causa. Esse vínculo complexo é assombrado pela extrema desigualdade entre os dois "vizinhos".
O documentário narra a trajetória dos primos israelenses Menahem Golan e Yoram Globus, cinéfilos e donos da Cannon Films, que durante os anos 1980 foi a mais poderosa companhia independente de Hollywood e responsável por alguns dos maiores absurdos cinematográficos já cometidos durante aquele período, além de mostrar a sua ascensão e queda.
Entre nos corações e mentes dos criadores, artistas e educadores da Vila Sésamo, que estabeleceram uma das séries infantis mais icônicas e duradouras da história da televisão. Com filmagens exclusivas dos bastidores e mais de 20 entrevistas originais, Street Gang: How We Got to Sesame Street celebra as pessoas que audaciosamente aproveitaram o poder crescente da televisão para entreter e educar crianças, como jamais havia acontecido, com os amados Muppets da Vila Sésamo, canções cativantes e um elenco diversificado.
Woodstock ou Festival de Woodstock foi um festival de música realizado entre os dias 15 e 18 de agosto de 1969 na fazenda de gado leiteiro de 600 acres de Max Yasgur, 70 quilômetros a sudoeste da cidade de Woodstock. Foi anunciado como "Uma Exposição Aquariana: 3 Dias de Paz & Música". O festival deveria ocorrer originalmente na pequena cidade de Wallkill, mas os moradores locais não aceitaram, o que levou o evento para a pequena Bethel, a uma hora e meia de distância. O festival exemplificou a era da contracultura do final da década de 1960 e começo de 1970. 32 dos mais conhecidos músicos da época se apresentaram durante um fim de semana, por vezes chuvoso, para 400 mil espectadores. Evento único e lendário, reconhecido como um dos maiores momentos na história da música popular. Tudo foi filmado para um documentário lançado em 1970, Woodstock, com trilha sonora dos melhores momentos, e com a canção Woodstock, de Joni Mitchell.
Documentário que investiga a fascinação dos americanos pelas armas de fogo. Michael Moore, diretor e narrador do filme, questiona a origem dessa cultura bélica e busca respostas visitando pequenas cidades dos Estados Unidos, onde a maior parte dos moradores guarda uma arma em casa. Entre essas cidades está Littleton, no Colorado, onde fica o colégio Columbine. Lá os adolescentes Dylan Klebold e Eric Harris pegaram as armas dos pais e mataram 14 estudantes e um professor no refeitório. Michael Moore também faz uma visita ao ator Charlton Heston, presidente da Associação Americana do Rifle.
Uma experiência cinematográfica imersiva de pessoas autistas que não falam. O documentário é baseado em um livro escrito por Naoki Higashida quando ele tinha apenas 13 anos. O filme acompanha um jovem japonês em uma jornada por uma paisagem épica. Como um turbilhão de pensamentos, sentimentos, impulsos e memórias afeta todas as suas ações, ele gradualmente descobre o que seu autismo significa para ele, como sua percepção do mundo difere da dos outros e por que ele age dessa maneira.