Sinopse não disponível.
Jennifer Grossman
Em uma série de vinhetas cômicas, vários atores e músicos conhecidos se sentam para conversar sobre quase tudo: de bobinas de Tesla a jukeboxes, parentes há muito perdidos e dentistas. As conversas ocorrem em momentos e locais distintos, mas todas têm duas coisas em comum: cafés e cigarros.
O ator e dramaturgo Wallace Shawn se senta com seu amigo, o diretor teatral André Gregory, em um restaurante em Nova Iorque. A dupla faz uma confissão alternadamente extravagante e desesperada sobre amor, morte, dinheiro e a superstição que envolve tudo isso.
O "Dela" no título do filme se refere à Paris dos anos 60, um retrato da sociedade de consumo, em meio à pobreza das massas e conflitos como a Guerra do Vietnã. Um dos exemplos dessa atmosfera é Vlady, uma dona-de-casa que se divide entre cuidar da família e a prostituição, o meio mais fácil que encontra para poder ganhar dinheiro e satisfazer suas necessidades mais frívolas.
Após perder o filho, Margarida vive isolada da sociedade. Ela se separa do marido Paulo e perde o contato com os amigos e pessoas próximas, até Violeta bater na sua porta. Trata-se de uma ex-aluna de Margarida, que assume a missão de devolver um pouco de luz àquela pessoa que havia sido importante para ela na juventude.
Investigador segue a trilha de assassino em série que está matando mulheres em Los angeles.
Um homem em Paris e uma mulher em Tucson bebem seus café perto de janela.
Dois estudantes universitários, Jule e Jan, deixam Berlim juntos em um velho Motor-Home em uma viagem ao sul, mas por diferentes motivos.