Sinopse não disponível.
Mattia Bioli
Anima
O lixo que caracteriza, o Antropoceno se acumula. Ele caminha todos os dias para longe da cidade, em busca de uma nuvem... ele rega suas plantas porque elas lhe trazem alegria, e ele as ama. Eu vejo a planta mágica como a última de sua espécie, tendo uma ressurreição alegre, e agradecendo a ele. Walter não tenta "possuir" a flor...
Yeda, mulher verde, vende pães para sustentar a casa onde vive com seu marido doente. Por meio do contexto das pessoas verdes, conhecemos a realidade de quem vive à margem de uma sociedade roxa e conservadora. Uma oportunidade faz com que Yeda repense sua identidade e seus valores.
Muitos anos atrás, as cidades pelo rio estavam agarradas por um contágio. As coisas começaram a mudar e não estava claro se a transformação era um sintoma da doença ou uma maneira de escapar dela. O contágio tocou tudo: animais, plantas, pedras, solo, homens, mulheres e crianças, seus pensamentos, sonhos, memórias. Uma velha disse uma vez que todas as memórias se transformaram em árvores; Eu dificilmente consegui explicar o que ela estava dizendo. Ela disse que podia ouvir as árvores cantando: ser um corpo, ser qualquer corpo. Depois que o contágio terminou, as cidades pareciam intactas. Era preciso procurar ver os traços da época anterior. Se alguém pudesse ouvir as árvores, o que eles diriam? Uma saída, uma saída?