Ao visitar um lugar especial, um garoto revive lembranças marcantes ao lado de seu melhor amigo.
Hugo Santos
Há cinco anos em um lar de idosos, Alfredo vive cercado por memórias apagadas. No dia do seu aniversário, um programa de TV desperta seu desejo de liberdade, levando-o a uma busca pela autonomia há muito esquecida.
O que faria se só após o falecimento do seu marido, ou seu pai, ou seu melhor amigo, você descobrisse que ele amou outro homem? “Tempo Rubato” é uma história de dois processos de luto, de Ravi que perdeu seu primeiro amor para violência policial, e de Dora e Edu que perderam seu marido e pai respectivamente. Tiago, seu amigo de infância visita a família de Ravi após o funeral e traz consigo duas caixas cheias de vídeos que Ravi gravou ao longo da juventude, entre eles um vídeo-carta de despedida para a família, confessando o segredo que guardou a vida toda.
Durante uma brecha na viagem de trabalho ao interior, Mauro acompanhado de seu colega de trabalho, visita a cidade que marcou sua infância, confrontando memórias distantes que parecem ganhar vida a cada esquina
O homem que se isola do mundo para adentrar profundamente em seus pensamentos. Buscando muito menos por respostas, mas sim por lembranças que possam fazê-lo estar próximo de quem ama e refletir sobre todas suas interações pessoais que por vezes não foram aproveitadas.
Após o repentino falecimento de sua mãe, Antônia passa a se sentir estranha dentro de sua própria pele.
Após uma perda repentina, Renata encara luto de forma fragmentada. Durante o processo, as lembranças dificultam suas atividades cotidianas. Em meio aos sentimentos, a jovem encontra uma forma de viver a nova realidade.
Esta é a versão estendida n=do curta Ofélia na Praia. Concorreu a melhor curta metragem no 3o Festival Brasilde Cinema Internacional. Este curta narra o encontro de Ofélia de Hamlet com o Pai da Psicanálise Sigmund Freud.
Ao tentar fugir de sua própria vida, Miriam se muda para Curitiba. Durante a mudança, ela encontra uma caixa de memórias de alguém que um dia morou no seu novo apartamento. Ela rapidamente se vê envolvida na história dessa desconhecida, e ao tentar descobrir quem ela é, acaba conhecendo mais sobre si mesma.
Em uma tarde na cidade de Brasília, o espectador acompanha a jornada do jovem Rui, que sofre com o luto de uma pessoa muito amada. Perpassando por locais cotidianos, o protagonista rememora diversos momentos de sua vida anterior à tragédia.
Em um dia de chuva, uma senhora solitária relembra o passado. Entre memórias, devaneios e fotografias, ela sente-se isolada. A chuva que cai lá fora, tão constante que parece não acabar jamais, faz fluir a melancolia.
Felix, um garoto de 16 anos, recebe o diagnóstico de uma doença incurável e vê sua vida virar um território desconhecido. Incapaz de aceitar a nova realidade, ele atravessa as fases do luto negação, raiva, barganha, depressão e, por fim, um delicado início de aceitação. Em meio ao caos emocional, Felix encontra um inesperado refúgio na cinematografia. Os filmes passam a oferecer não apenas conforto, mas um novo jeito de enxergar o mundo e a si mesmo. É então que nasce sua paixão: contar histórias. Movido pela necessidade de dar sentido ao que vive, ele decide transformar sua jornada em arte e começa a escrever e dirigir um filme sobre a própria vida.
Nico é um garoto que precisa lidar com as complexidades da adolescência, amizade e do amor para enfrentar o luto após perder seu pai.
Em busca da corrente do cunhado falecido, Jackson é atravessado pela difícil rotina como entregador de aplicativo e por lembranças de momentos especiais ao lado de Alex.
Entre memórias guardadas e silêncios persistentes, um jovem revisita fotos antigas da avó que partiu. Entre o grão da fotografia e o peso das lembranças, ele busca congelar o tempo, registrando gestos e risos do cotidiano. Fotografias Desbotadas é um retrato íntimo sobre luto, memória e o desejo de eternizar o que é passageiro.