Sinopse não disponível.
Ricardo Júlio Gomes
Eduardo Homem
Maria Helena
Sinopse: Década de 1970. Um filme sobre perda e esquecimento. Bitola original: 35mm Elenco: Thais Inácio Thales Coutinho Realização: Luiz Giban Direção, roteiro e montagem: Luiz Giban Direção de Fotografia: Guilherme S. Francisco Direção de Arte: Fernando Átila e Mariana Jannuzzi Edição de Som e Mixagem: Jesse Marmo Direção de Produção: Ana Carolina Moura Trilha Sonora: Tiago Rosas e Thiago Sobral 1ª Assistente de Direção: Suzana Correa 2º Assistente de Direção: Daniel Pech 1ª Assistente de Câmera: Juliane Peixoto 2º Assistente de Câmera: Tito Campos Elétrica e Maquinária: Luciano Dayrell e Rodrigo Torres Assistente de Arte: Luisa Mello Assistentes de Produção: Ana Carolina Bolshaw, Glaucia Santiago, Mayara Del Bem Guarino, Renato Acácio e Yasmin Motta. Identidade Visual: Gabi Vallu Still: Eduardo Catarino
Em 1952, a TV Tupi de São Paulo chama o psiquiatra Júlio Gouveia e sua esposa, a escritora russa Tatiana Belinky, para desenvolverem a grade infantil da emissora. O casal convida então os filhos de seus amigos para integrarem o elenco dos programas recém-criados, o principal deles sendo o Sítio do Picapau Amarelo. Assim, as crianças Antonio Silvio, Lia, Lídia, Sérgio e David José embarcam numa inesperada jornada que viria a ditar o futuro da televisão brasileira. Memórias do Sítio é uma viagem pelas lembranças desses atores e pela história da primeira adaptação da obra de Monteiro Lobato para a televisão.
Há cinco anos em um lar de idosos, Alfredo vive cercado por memórias apagadas. No dia do seu aniversário, um programa de TV desperta seu desejo de liberdade, levando-o a uma busca pela autonomia há muito esquecida.
Durante uma brecha na viagem de trabalho ao interior, Mauro acompanhado de seu colega de trabalho, visita a cidade que marcou sua infância, confrontando memórias distantes que parecem ganhar vida a cada esquina
Entre as décadas de 40 e 70, o médico sanitarista Noel Nutels percorreu o Brasil tratando da saúde de indígenas, ribeirinhos e sertanejos e filmou muitas de suas expedições em filmes de 16mm. Em 1968 foi convidado a falar sobre a questão indígena à CPI do índio, dias antes do AI5. Imagens inéditas do seu acervo e o único registro de sua voz se unem em "O Índio Cor de Rosa Contra a Fera Invisível" para denunciar o que ele chamou de massacre histórico contra as populações indígenas.
Após uma perda repentina, Renata encara luto de forma fragmentada. Durante o processo, as lembranças dificultam suas atividades cotidianas. Em meio aos sentimentos, a jovem encontra uma forma de viver a nova realidade.
fen-da 1.abertura estreita numa superfície. brecha, rasgo, fresta. 2.saída. 3.abertura de luz em instrumentos ópticos. diafragma.
O mercado visto a partir de três personagens que construíram suas vidas trabalhando nele.
Ao tentar fugir de sua própria vida, Miriam se muda para Curitiba. Durante a mudança, ela encontra uma caixa de memórias de alguém que um dia morou no seu novo apartamento. Ela rapidamente se vê envolvida na história dessa desconhecida, e ao tentar descobrir quem ela é, acaba conhecendo mais sobre si mesma.
Marcelo cresceu sob a rigidez de seu pai, carregando consigo a vergonha de seus próprios sonhos. Anos depois, como pai de João Pedro, observa o filho trilhar um caminho semelhante — mas dessa vez movido pela paixão pela moda. Entre croquis, tecidos e segredos revelados, pai e filho enfrentam o choque das gerações, aprendendo a conciliar sonhos e expectativas.
Homenagem ao futebol brasileiro a partir da reapropriação de imagens de arquivo.
Ao visitar um lugar especial, um garoto revive lembranças marcantes ao lado de seu melhor amigo.
Cinema da nossa gente é um documentário que explora a relação cidade-cinema em Atibaia, uma cidade do interior de São Paulo. Com menos de 15 mil habitantes nos anos 60, a cidade possuía três cinemas funcionando ao mesmo tempo. Por meio de entrevistas e materiais de arquivo, pretende-se estabelecer um contraste entre os tempos, de modo a discutir a importância da preservação desses lugares para a cultura da cidade e a função do cinema hoje em dia
Quatro núcleos familiares contam como se conheceram e formaram suas famílias em uma época em que o casamento e a união estável eram negados para as pessoas LGBT+. O filme demonstra o que a LGBTfobia tenta atacar: amor e família.
Após perder o marido para a guerra, uma mulher desastrada descobre da pior maneira que as fotografias, única coisa que restou de seu amado, não são eternas. Com medo de perdê-las para sempre, ela busca aprender com um profissional como conservar essas fotos.
Através das fotografias do próprio autor, momentos de sua infância e adolescência são revividas no ponto de vista de seus dois irmãos mais novos.
Após o fim de um relacionamento intenso, Aurora retorna aos espaços que marcaram o início e o fim da relação. Enquanto revive lembranças boas e dolorosas, ela confronta o que perdeu de si ao tentar manter o amor. Ao escrever uma carta final, Aurora tenta transformar o fim em aprendizado — e entender que deixar ir também é parte de seguir em frente.
A Estrela-ilha e o Peixe-pássaro é um curta-metragem experimental que acompanha Samu (Vini Leonam) em sua trajetória de luto materno. O aparecimento de uma figura mística em meio ao seu caos diário, em que não se sabe o que é sonho ou realidade, o enfeitiça. Com a presença de Mearim (Maré Sarinho), Samu volta a brincar e mergulhar na fluidez e doçura dos rios - e da vida. No entanto, pouco a pouco se vê obrigado a entender que a retomada para dentro de si é inevitável.
Uma animação experimental no qual a artista se propõe a divagar acerca do luto vivenciado e em sua relação com o pai até aquele momento. E que, usando areia como material para animação, pretende gerar uma reflexão sobre o tempo que nos é dado e sobre a impermanencia da vida.
Muitas vezes basta um toque para que sua vida ilumine. Essa é a história de Telma.