Sinopse não disponível.
Catu Rizo
Dalva
Lourdes
João
Lucca
Flerte da Dalva
Jorge
Três estranhos flutuam à deriva em um pequeno barco no vasto oceano. Exaustos e aparentemente sem esperança, cada um carrega segredos e memórias de suas vidas anteriores. Enquanto o barco vaga sem rumo pelo mar infinito, suas histórias pessoais se entrelaçam em um ciclo que parece não ter fim.
“Cargas D’Água” é um musical autoral brasileiro escrito e dirigido por Vitor Rocha. É apelidado de "um musical de bolso" por ser construído com recursos simples e não ter uma longa duração. É uma história que começa bem no meio do Brasil, só que "um pouquinho mais pra cá": no sertão de Minas Gerais. Um garoto perde sua mãe e passa a viver apenas com o padrasto, que o chamava por "moleque". Com o tempo, o rapaz até esquece seu próprio nome. Porém, seu caminho acaba cruzando com o de um peixe e faz uma nova amizade. Em busca de encontrar um lugar no mundo e para agradar seu companheiro, Moleque estabelece uma missão: andar pelo país para conhecer o mar. Nessa jornada, ele prova que para "conquistar o mundo do centro rumo às beira", toda pessoa precisa enfrentar seus medos antes.
O documentário apresenta uma síntese do Projeto Projeto Habitantes do Arroio - CNPq, MCT/CT-Hidro/CTSaúde,, cuja pesquisa se vale da produção e da exibição de documentários e narrativas visuais sobre as condições ambientais dos recursos hídricos, a diversidade sociocultural de representações simbólicas, ethos e visão de mundo das populações que habitam a bacia do Arroio Dilúvio/Porto Alegre, capital do Rio Grande do Sul. Das nascentes na encosta de morros, passando pela Avenida Ipiranga e chegando ao Lago Guaíba, encontramos muitas das contradições e desafios contemporâneos dos usos e cuidados com a água na cidade. A memória da transformação da paisagem com a canalização do Arroio Dilúvio revela muitas inter-relações entre as realidades socioambientais de bairros nobres, vilas e favelas, zonas comerciais e operárias, que podem ser evocadas em imagens de um ambiente urbano que se percebe pelo conflito, pelo contraste.
Desabafo irado de um carioca preso nas enchentes do Rio.
Maria Júlia é o centro de um documentário que explora a passagem do tempo, a memória e a resiliência. O filme conta a história dela com seu grande amor, o falecido marido Enory.
Para amar um lugar, é preciso se identificar com ele. Mas como se identificar com um lugar de onde só se ouviu o que não é bom? É no meio de complexidades identitárias como essa que surge o documentário “Duque de Caxias Para Quem Fica”. Nele, a participação na cultura local apresenta-se como alternativa fundamental para criar laços de afeto com o território.
A Estrela-ilha e o Peixe-pássaro é um curta-metragem experimental que acompanha Samu (Vini Leonam) em sua trajetória de luto materno. O aparecimento de uma figura mística em meio ao seu caos diário, em que não se sabe o que é sonho ou realidade, o enfeitiça. Com a presença de Mearim (Maré Sarinho), Samu volta a brincar e mergulhar na fluidez e doçura dos rios - e da vida. No entanto, pouco a pouco se vê obrigado a entender que a retomada para dentro de si é inevitável.
Verão de 1982. Dois primos jogam bola nas ruas de Varsóvia. A Polónia está em estado de sítio há seis meses e a copa do mundo de futebol está quase no fim.
Reconta o agosto de 1945 onde houve o bombardeio nuclear sobre Hiroshima através dos olhos de um número de sobreviventes, incluindo soldados japoneses, cidadãos e prisioneiros de guerra americanos. O filme é parcialmente baseado em Diário de Hiroshima, de Michihiko Hachiya. Ele mostra a angústia de procurar seus entes queridos e o desespero de encontrá-los mortos. Um filme para mostrar que a guerra não deveria ser assim, isto é, atacando pessoas inocentes em vez de ter um exército contra exército de batalha.
Inverno de 1968. Com a carreira em baixa, Judy Garland (Renée Zellweger) aceita estrelar uma turnê em Londres, por mais que tal trabalho a mantenha afastada dos filhos menores. Ao chegar ela enfrenta a solidão e os conhecidos problemas com álcool e remédios, compensando o que deu errado em sua vida pessoal com a dedicação no palco.
Gwalior Fort, durante a Rebelião Indiana de 1857. Num momento de desespero, Lakshmibai, Rani de Jhansi, encoraja seus homens contando-lhes a heróica história de Uyyalawada Narasimha Reddy, um corajoso chefe Telugu que pegou em armas em 1846 para protestar contra as inúmeras arbitrariedades e crimes perpetrados pelos líderes e forças militares da Companhia Britânica das Índias Orientais.