Sinopse não disponível.
Meu Nome É Kuchu é um documentário norte-americano de 2012 dirigido por Malika Zouhali-Worrall e Katherine Fairfax Wright. O filme explora a luta da comunidade LGBT na Uganda, concentrando-se em parte no assassinato do ativista LGBT David Kato em 2011.
Toda sua vida a inglesa Gladys Aylward sabia que a China era o lugar onde ela pertencia. Não qualificada para ser enviado para lá como missionária, Gladys trabalha como doméstica para ganhar o dinheiro necessário para custear a viagem à uma pobre aldeia remota chinesa. Lá, ela finalmente vive uma vida plena e feliz. tocando uma pousada, atuando como "Inspetora de Pés", aconselhando o mandarim local e até mesmo ganhando o coração do mestiço Capitão Lin Nan. Mas Gladys descobre seu verdadeiro destino, quando o país é invadido pelo Japão e as crianças chinesas precisam dela para salvarem suas vidas. Baseado em uma história verdadeira.
Paul Gauguin (Kiefer Sutherland) é um bem-sucedido corretor de ações, que vive feliz ao lado de sua bela esposa Mette (Nastassja Kinski) e seus quatro filhos. Colecionador de quadros, ele resolve abandonar sua profissão ao ter um de seus trabalhos elogiados por Camille Pissarro (Alun Armstrong), um bom pintor que ainda não tinha tido seu trabalho reconhecido. Entretanto esta opção de Gauguin faz com que ele e sua família passem privações. A chegada da pobreza obriga Mette a partir com os filhos para Copenhague, em busca de ajuda da família.