Sinopse não disponível.
Elspeth Vischer
Nova York, 1980. Na cena de bailes de drag em Harlem, com afro e latino-americanos, casas rivais competem em disputas acirradas por troféus. Entretanto, voguers lendários, drag queens e mulheres trans, incluindo Willi Ninja, Pepper LaBeija e Venus Xtravaganza, revelam as regras e tradições da cena.
As memórias da luta pela moradia traduzem a luta pela própria cidade. Disputando uma outra história da construção de Belo Horizonte, se apresentam as ocupações: Vila Corumbiara, Dandara, Eliana Silva, Izidora, Paulo Freire, Carolina Maria de Jesus e Vicentão. O filme confronta o processo histórico do desenvolvimento da capital, evidenciando as trajetórias de resistência nos últimos 13 anos da luta pela moradia na cidade. Resgatam-se memórias, histórias e fazeres de uma outra cidade, que sempre existiu.
O Mini-Doc acompanha o MLB (Movimento de Luta nos Bairros vilas e favelas) nos primeiros momentos da Ocupação Anita Garibaldi, registrando a transformação do prédio que anteriormente estava a mais de 10 anos abandonado, em moradia para centenas de famílias. A ocupação, composta majoritariamente por mulheres negras e mães trabalhadoras, homenageia em seu nome o bicentenário da revolucionária Anita Garibaldi – grande lutadora do séc XIX.
No aniversário de 5 anos da Casa de Referência Mulheres Mirabal, o espaço enfrenta descaso do poder público que coloca as mulheres acolhidas a ficarem sem energia elétrica há mais de 6 meses. Mas após tantos anos resistindo a casa se torna referência no combate a violência contra as mulheres no Estado, levando a comunidade a se questionar porque tentam acabar com a Mirabal?
Documentário de uma ocupação de terras no Estado de São Paulo, enfatizando a ação da organização e gestão dos trabalhadores rurais sem terras. A luta pela terra e reforma agrária.
Dan Reynolds explora como a Igreja trata seus membros LGBTQ. Com o aumento da taxa de suicídios entre adolescentes no estado de Utah, sua preocupação com as políticas da Igreja o leva a um caminho inesperado de aceitação e mudança.
Jane Fonda fala francamente sobre sua vida, seus amores, suas causas políticas e seus erros. Ela explora a dor do suicídio de sua mãe, a indisponibilidade emocional de seu famoso pai, 30 anos de um transtorno alimentar, seus três casamentos e a percepção de que, aos 80 anos, ela enfrenta o início de seu último ato.